6 de setembro de 2010

‘Não se entristece quando não falo contigo? Não se desanima quando lhe sou indiferente? Não se sente magoado sem os meus olhares?
Eu me sinto..’

Vez enquando era isso que tinha vontade de dizer. Quando ele agia meio que querendo me mostrar o quanto eu era dispensável. Não dizia. Sei lá o porquê. Talvez isso mesmo que ele quisesse. Essa vontade eu não ia fazer.

Nos dias que ele ficava desse jeito, eu ia pra frente do espelho e ficava me encarando por horas. E repetindo pra mim mesma: Eu jamais vou ser que nem ele, jamais!


Chained to all the places that he never wished to stay

Bound with all the weight of all the words he tried to say

And as he faced the sun, he cast no shadow ♫

5 curativo(s):

Luciana L. disse...

noossa, adoreei...

@jekinha_jesk disse...

gostei muito, muito mesmo...
conseguiu mais uma vez traduzir o que eu sinto, sem me conhecer, rs (:
Enfim, acho que a indiferença é o pior sentimento que existe, para mim, os indiferentes, de uma forma ou de outra, ferem, rejeitam, excluem, matam. Está correta a conclusão: o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença.

Pedro Bortoluzzo disse...

Lindooo texto..
Na frente do espelho esquecemos quem somos e vemos a nossa realidade !!! O nosso reflexo !!!
(...)
Nakela minha postagem eu tava muito zangado, queria desabafar o ki tava preso em mim...
escrevia o ki me vinha a cabeça, por isso ficou explicito dakele jeito...kkkkkk
...
bjsss...

Rodrigo Cavaleiro disse...

Que coisa.. cutia revotlada ? De onde vem isso ?

meurer. disse...

beeem fódinha o texto, ée. '-'

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